quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

ATENDIMENTO AO CLIENTE - QUESTÃO DE INICIATIVA



A capacitação de profissionais de atendimento é de vital importância, considerando o aumento do nível de exigência dos consumidores e acirramento da concorrência. Ter pessoas preparadas para a importante tarefa de atendimento estabelece o diferencial de qualquer clínica ou consultório, escritório, fabrica,  fidelizando a clientela e gerando novos clientes.


Para executar bem o serviço de atendimento 

 -> conhecer profundamente os produtos e os serviços da empresa 
 -> saber dos preços, condições de pagamento, prazos, condições 
de entrega etc- estabelecer, para si mesmo, os pontos altos (características principais) desses produtos ou serviços 
 -> conhecer a organização e funcionamento da empresa que você representa 
 -> saber o que você pode e o que não pode decidir (ou fazer) 
 -> conhecer e utilizar técnicas de vendas e atendimento 

O peso da entrevista de emprego

O desempenho de um candidato numa entrevista de emprego é o fator que mais pesa para o empregador na hora de decidir sobre a contratação. Competências comportamentais, experiência técnica anterior relacionada ao cargo e formação acadêmica seguem na lista de itens decisivos num processo de seleção.

Dicas para se sair bem na entrevista:
  • jamais chegue atrasado;
  • sua aparência deve estar de acordo com o cargo que você busca.
  • entre na sala com postura reta, cabeça erguida e olhando nos olhos de quem o recebe. Isso sugere que você está confiante e seguro de suas metas.
  • sente-se corretamente, de forma confortável e que mostre autoconfiança e ânimo;
  • fale de forma clara e objetiva e evite erros grosseiros de português.
  • não minta. Não tente parecer quem não é.
  • seja coerente e consistente em suas colocações.
  • evite olhar no relógio e demonstrar pressa para fazer qualquer outra coisa. Isso pode passar a idéia de impaciência e certo desinteresse no momento presente.
  • mantenha aparelhos eletrônicos desligados, principalmente celulares.
Boa sorte!

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

ROTINAS ADMINISTRATIVAS

O mercado de trabalho valoriza profissionais qualificados, comprometidos com a organização e com crescimento das empresas. Evidentemente, aqueles que estiverem mais bem preparados terão preferência na contratação. Dai a grande importância do curso de Rotinas Administrativas.
O profissional com conhecimentos em Rotinas Administrativas pode exercer a função de auxiliar nos departamentos financeiros e administrativos de pequena, medias e grandes empresas.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Qual a diferença entre Secretária e Recepcionista?


A recepcionista apenas encaminha o cliente para o setor apropriado e dá informações. 


A secretária tem poder de decisão em determinados casos, lavra atas, marca reuniões de chefia, intermedia assuntos do chefe, inclusive pessoais, às vezes internacionais (secretária bilingüe) é a pessoa de confiança em muitos casos, presta real "assessoria" nas rotinas administrativas.


                                     

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

POR QUE TREINAMENTO EM GESTÃO EMPRESARIAL?


Todos os dias, no Brasil e no exterior, milhares de profissionais estão sentados numa sala de aula. O que eles querem? Aprender novas Práticas de Gestão Empresarial.
Como esses participantes chegaram até o evento? As empresas onde eles trabalham os enviaram.
Treinamento em Gestão Empresarial é educar gestores, atuais e potenciais, para se sair bem ao interagirem com um ou mais dos stakeholders da empresa, que são colaboradores, clientes, fornecedores, comunidade e investidores.
O participante aprende técnicas (básicas e avançadas) de Gestão Empresarial, normalmente não ensinadas na faculdade.
Mais do que simplesmente incentivar e ensinar uma nova técnica, o treinamento significa munir com uma ferramenta de Gestão Empresarial.
Empresas que estão bem posicionadas no mercado possuem uma capacidade superior de Gestão Empresarial: desenvolvem novos produtos com maior rapidez do que a concorrência; melhoram seus processos com mais facilidade; efetuam mudanças com mais assertividade; gastam menos fazendo mais; erram menos, etc.
As empresas precisam desenvolver seus gestores, para que possam trabalhar com maior objetividade e profissionalismo, conhecendo o negócio, para gerar resultados e, como consequência, aumentar a sustentabilidade da carreira, sua – e da empresa!

INVESTIR EM TREINAMENTO EMPRESARIAL - VALE A PENA?

A empresa moderna está deixando para trás o velho pensamento de que treinamento é despesa e não investimento; ela enxerga treinamentos como um meio para gerar resultados superiores.
Quando a empresa investe em treinamento, está investindo nela mesma, no seu próprio crescimento.
Os números dos investimentos em treinamento empresarial nos países desenvolvidos são, no mínimo, três vezes superiores aos do Brasil.
O diferencial da empresa aumenta na medida em que ela estimula o crescimento profissional dos colaboradores em geral e dos gestores em particular. Não basta focar apenas números e resultados – é preciso lembrar que estes são gerados por pessoas: "Na gestão de riqueza 20% têm a ver com dinheiro, 80% com as pessoas: elas criam valor".
A empresa que implementa a prática do treinamento constante – "Learning Organization" – aumenta a sua capacidade de atrair e reter talentos.
Cabe à empresa oferecer Treinamento Empresarial, para que os seus potenciais alcancem a excelência.
No momento em que se investe no colaborador, ele passa a se sentir elemento fundamental para a "carreira" da sua empresa, o que, por sua vez, ajuda a alavancar sua própria carreira.
Pesquisas mostram que sai muito mais caro para a empresa contratar novos profissionais, por mais bem treinados que pareçam, do que investir no treinamento dos seus profissionais atuais.


Instituições criam programas de treinamento específico

O Estado de S.Paulo
O CIEE está engajado em projetos de inclusão e tem incentivado empresas a contratar aprendizes com deficiências. Para o superintendente de atendimento da entidade, Luiz Gustavo Coppola, o empregador não deve ter uma visão distorcida da inclusão. "A contratação não pode ser somente para cumprir a lei", diz.
De acordo com Coppola, hoje, o cumprimento da legislação acaba funcionando como estímulo para o empresário que já está mais sensível a contratar um funcionário com deficiência.
"Felizmente, muitos empresários que não são obrigados por lei a ter uma pessoa com deficiência em seu quadro de funcionários contratam porque eles querem cumprir uma função social."
A primeira turma da parceria do CIEE com a Embraer vai se formar em julho de 2014: serão 100 aprendizes compondo o quadro da companhia nesse ano. O treinamento é feito na cidade de São José dos Campos, no Vale do Paraíba, onde fica a sede da empresa de aviação.
Desde 1999, o CIEE tem um programa de inclusão, que estimula e facilita a seleção e contratação de pessoas com deficiência. "O estágio surge como processo de qualificação. Assim, a empresa poderá suprir essa deficiência e começar a fazer parte da cota", diz Coppola.
Em janeiro de 2013, o CIEE contava com quase três mil estudantes com deficiência à disposição. Em 2010, foram 500 inseridos no mercado de trabalho, 1.000 jovens em 2011, e a conta do ano passado deve fechar em dois mil jovens contratados.
60 anos. Desde 1953, o Senai-SP trabalha com projetos para a capacitação de pessoas com deficiência. Em 2012, foram mais de 6.500 mil matriculados em todas as modalidades de cursos distribuídos nas 90 escolas do Estado de São Paulo.
A especialista em educação profissional do Senai, Sandra Chang, conta que os programas são abertos para a comunidade e para as empresas.
Embora tenha experiência no assunto, em 2011 o Senai criou o Programa Incluir, que conta com um interlocutor em cada escola da instituição para atender a demanda de deficientes.
"O programa ajuda muito, porque dissemina a inclusão dentro da escola." De acordo com Sandra, os interlocutores fazem um trabalho de sensibilização em toda a escola para que ela esteja cada vez mais preparada para receber o aluno deficiente.
Para 2013, o Senai pretende continuar capacitando novos interlocutores, para que eles entendam e conheçam mais sobre as deficiências e possam trabalhar com a base no princípio da inclusão.